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PUBLICADO POR FLAVIO

Jogos Panamericanos: Cuba em primeiro lugar
Mais uma competição internacional e o resultado se repete: Cuba, com pouco mais de 11 milhões de habitantes, ganhou 58 medalhas de ouro (136 no total) nos Jogos Panamericanos de Guadalajara, ficando em segundo lugar na classificação geral, atrás, apenas, dos EUA, que conquistaram 92 medalhas de ouro e um total de 236 medalhas. Seguem-se, na ordem de classificação por número de medalhas de ouro, Brasil, com 48 (141 no total), México, com 42 (133 no total), Canadá, com 30 (119 no total), Colômbia, com 24 (84 no total), Argentina, com 21 (75 no total) e Venezuela, com 12 (72 no total).
No entanto, se o tamanho da população de cada país for levado em conta, constata-se que Cuba foi a grande vencedora, com 12,36 medalhas por milhão de habitantes, seguida pelo Canadá, com 3,6, Venezuela, com 2,57, Colômbia, com 1,86, México, com 1,17, EUA, com 0,75, e Brasil, com 0,73.
Não há como negar a superioridade do sistema socialista cubano: mesmo sob o bloqueio imposto pelos EUA e enfrentando sérias dificuldades econômicas desde a queda da URSS, Cuba consegue garantir para a totalidade de sua população a alimentação básica e a habitação a baixo custo e mantêm a universalidade do acesso de todos à na Educação, Saúde, Cultura e outras áreas sociais, de forma gratuita e de elevada qualidade. O Esporte é um grande exemplo, pois é fruto de toda a concepção do desenvolvimento - centrado na busca das condições para o pleno desenvolvimento das potencialidades humanas, na igualdade e na justiça social.
publicado por flavio
somente 15% dos desempregados no mundo recebem seguro-desemprego
===>> isto é capitalismo.
publicado por flavio











fonte: pcb.org.br
Vejam como são eficientes..... as estradas privatizadas no Brasil!
eficientes para arrecadar pedágios, é só!!!!
Concessão sem investimento = aumento de 190% dos acidentes
postado por flavio
Mais dinheiros aos banqueiros e especuladores
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta segunda-feira que o chamado superávit primário (recursos do Tesouro Nacional, da Previdência Social e do Banco Central para o pagamento dos serviços da dívida pública) prevista para este ano passará de R$ 81 bilhões para R$ 91 bilhões, o equivalente a 0,3% do PIB. Os banqueiros e especuladores podem comemorar: terão mais R$ 10 bilhões em seus cofres. Essas e outras notícias você confere n'A Semana no Olhar Comunista
Sabendo que mesmo com todo o apoio que tal medida já receberia da mídia burguesa, como visto em editoriais e matérias de TV, rádio e jornais desde a tarde de ontem (29/08), a medida é antipopular e beneficia apenas uma pequena parcela de banqueiros e especuladores, além de causar uma fila de "pedidos" de partidos e parlamentares governistas, Mantega se viu obrigado a arrumar uma desculpa para mais esse reforço na "bolsa banqueiro": segundo ele, a medida visa garantir que o Banco Central possa baixar a taxa básica de juros (Selic) nos próximos meses, permitindo que o crescimento econômico seja mantido apesar das turbulências globais. Parêntesis duplo:
- Não fosse seu governo lacaio do sistema financeiro e ele capacho dessa lógica, o Banco Central estaria subordinado às suas ordens e estabeleceria a taxa de juros que o governo decidisse. Como prefere ser marionete...
- O ministro fala como se em todo o mundo os bancos centrais estivessem elevando suas taxas de juros. Justamente devido às turbulências globais que o BC deveria ser obrigado a baixar os juros, sem qualquer concessão ou medida tangencial.
O decorativo genérico de ministro, que por isso merece a alcunha de "Margarina", afirmou ainda que o aumento do superávit primário busca "abrir mais espaço" para o aumento dos investimentos no país. Sobre gestão correta dos gastos, com estabelecimento de prioridades populares e controle da corrupção para alavancar os efeitos dos recursos investidos, nenhuma palavra.
http://pcb.org.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=2988"COMO REDUZIR OS JUROS SEM ARROCHAR O INVESTIMENTO PÚBLICO BRASILEIRO?
O Copom define hoje um novo divisor na política de juros do país. A expectativa é de uma interrupção no ciclo de alta que elevou a taxa em 1,75 pontos desde o final do ano passado. A taxa de juro brasileira, 12,5%, é o mais alta do mundo; descontada a inflação corresponde a um custo real de 6,2%. Na zona do euro e nos EUA a taxa real é zero ou negativa. A rigor nem a esquerda, nem a direita conseguem explica a razão ‘técnica' para esse nível estratosférico que marca um dos principais preços da economia. Grosso modo, o poder rentista de fixar esse custo recorde encontra lastro na incapacidade do Estado de financiar as políticas públicas com base na receita de impostos, sem recorrer à empréstimos junto ao mercado. A dívida pública cresceu a tal ponto que constitui hoje um fator autônomo de desequilíbrio orçamentário. Ela é superior a R$ 1,8 trilhão; consome o equivalente a 6% do PIB ao ano com o pagamento dos juros; deu aos rentistas a oportunidade de capturar uma fatia expressiva da arrecadação de impostos. Criou-se assim uma classe de acionistas Estado, que exigem a sua cota anual de dividendos, com sacrifício dos investimentos Em torno do pagamento dos juros criou-se uma enorme estrutura de condicionamento das políticas públicas que mobiliza um lobby rentista composto de braços que vão da academia aos partidos, das consultorias locais às agencias de risco internacionais. A mídia conservadora é , ao mesmo tempo, sua agencia de relações públicas e bunker de chantagem política. A eficácia desse aparato em determinar os rumos da política econômica, em prontidão permanente contra iniciativas de redução dos juros, está expressa nas taxas recordes vigentes no país. A questão crucial é saber se, e como, o Estado brasileiro poderia reduzir essa dependência. Aqui os caminhos de bifurcam claramente. O conservadorismo tem um diagnóstico conhecido: o desequilíbrio está na sociedade e no Estado, não no rentismo. Para reequilibrar a equação, é preciso, primeiro, lipoaspirar um aparelho público corrupto e ineficiente e disciplinar uma sociedade perdulária, que deve pagar pelo que demanda. Privatizar e terceirizar políticas públicas, reduzir o aparelho do Estado ao mínimo, eis o caminho para comprimir a carga fiscal e assim liberar recursos nas mãos dos mercados, que se encarregariam de conduzir o desenvolvimento. A idéia de que o Estado brasileiro é um aspirador insaciável de impostos é controversa. Um dado resume todos os demais: o ex-ministro Adib Jatene conta, por exemplo, que ao cruzar dados com o Imposto de Renda comprovou-se que dos 100 maiores contribuintes da extinta CPMF, 62 nunca haviam recolhido IR no país. Empresas como a Vale do Rio Doce, com exportações de U$ 28 bi em 2010, pagam apenas 2% de royalties. Proporcionalmente, bancos pagam menos IR que os assalariados. São sintomas de um buraco negro oposto à voragem fiscal alardeada. Sem afrontá-lo será difícil conciliar desenvolvimento justo, equilíbrio fiscal e juro baixo."
Ver site carta maior.
publicado por Flavio.
Nesta noite de 4º feira uma vigília à luz de velas marca o 30º dia da greve estudantil chilena pela reforma do sistema educacional. Na 5º feira novos protestos tomarão as ruas de Santiago. Dia 24 e 25 o movimento registrará um salto qualitativo: estudantes e operários convocados pela CUT chilena unem-se em uma greve geral de dois dias. A direita teme a progressão de eventos que possa desembocar em gigantescas manifestações de massa em 11 de setembro, aniversário do golpe militar de Pinochet contra o governo socialista de Salvador Allende. O ministério Piñera -a direita ‘moderna', segundo a mídia conservadora brasileira-- foi reforçado há dias: ganhou dois egressos declarados do pinochetismo.
17 de setembro: ocupar Wall Street
INDIGNADOS DO MUNDO, UNÍ-VOS?
Um esboço de coordenação e de plataforma comum começa a ser articulado por lideranças das mobilizações de rua de países europeus. A grande novidade há muito ansiada pela esquerda mundial é a possível adesão de movimentos civis norte-americanos aos protestos que convergem para dois pontos: mais democracia, menos poder às finanças desreguladas. Tudo ainda muito incipiente, mas é certo que o amálgama tem a força da coerência: uma coisa depende da outra e a saída para a crise depende das duas. O impulso de convergência tem uma data e uma palavra de ordem que vai ao ponto unificando os dois propósitos das ruas: "17 de setembro: ocupar Wall Street'. A ver
Publicado por Flavio.
ALGUNS DADOS CONJUNTURAIS